2.1 Definição e impacto de uma recaída
2.2 Tratamento de uma recaída
2.3 O papel do enfermeiro
2.4 Reflexão e referências
3.0 Tratamentos modificadores da doença
3.1 Uma introdução aos DMTs
3.1.1 Mecanismo de ação
3.2 DMTs para EM recidivante
3.2.1 DMTs moderadamente eficazes
3.2.1.1 Fumarato de dimetilo
3.2.1.2 Fumarato de diroximel
3.2.1.3 Acetato de Glatiramer
3.2.1.4 Interferões
Interferão β-1a (Avonex)
Interferão β-1a (Rebif)
PEG Interferon β-1a (Plegridy)
Interferão β-1b (Betaferon)
Interferão β-1b (Extavia)
3.2.1.5 Teriflunomida
3.2.2 DMTs mais/fortemente eficazes
3.2.2.1 Cladribina
3.2.2.2 Fingolimod
3.2.2.3 Ozanimod
3.2.2.4 Ponesimod
3.2.3 DMTs altamente eficazes
3.2.3.1 Alemtuzumab
3.2.3.2 Natalizumabe
3.2.3.3 Ocrelizumab
3.2.3.4 Ofatumumab
3.2.3.5 Ublituximab
3.3 DMTs para EM progressiva
3.3.1 Siponimod
3.3.2 Ocrelizumab
3.4 Genéricos e biossimilares
3.4.1 Biosimilar natalizumab
3.5 Seleção DMT
3.5.1 Fatores a considerar
3.5.2 Tomada de decisão partilhada
3.5.3 Comutação ou interrupção de DMTs
3.6 Papel do enfermeiro
3.6.1 Educação/informação
3.6.2 Gestão dos efeitos secundários
3.6.2.1 Efeitos secundários comuns e como os gerir
3.6.3 Promover a adesão
3.7 Reflexão e referências
4.0 Terapia com células-tronco
4.1 Eficácia e segurança
4.2 Considerações de enfermagem
4.3 Reflexão e referências
5.0 Tratamentos sintomáticos
5.1 Caminhar
5.2 Espasticidade
5.3 Fadiga
5.4 Disfunção vesical
5.5 Disfunção intestinal
5.6 Disfunção sexual
5.7 Depressão
5.8 Cognição
5.9 Dor
5.10 Uso de canabidiol no tratamento de sintomas na EM
5.11 Reflexão e referências
6.0 Terapias não estabelecidas
6.1 Reflexão e referências
Estudo de caso
Problema de gestão 1
Abordagem recomendada
Problema de gerenciamento 2
Abordagem recomendada
Conclusão do caso